G.A.A.C.
Grupo de Arqueologia e Arte do Centro
domingo, 6 de setembro de 2026
EXPOSIÇÃO NO ALMA SHOPPING DE COIMBRA - INAUGURAÇÃO
quinta-feira, 7 de maio de 2026
"PAIRO NA LUZ, SUSPENSO…" Centenário da morte de Camilo Pessanha (1867-1926)
"PAIRO NA LUZ, SUSPENSO…" Centenário da morte de Camilo Pessanha (1867-1926)
Completam-se, em 2026, cem anos sobre a data da morte de Camilo Pessanha, nome maior da poesia portuguesa. Nascido em Coimbra em 7 de setembro de 1867, o poeta viria a falecer em Macau a 1 de março de 1926, onde exerceu relevantes funções públicas. Pessanha foi autor, em vida, de um único e extraordinário livro de versos, Clepsidra, publicado pelas Edições Lusitânia, de que era proprietária a sua amiga Ana de Castro Osório, e posteriormente enriquecido por novos poemas que foram sendo descobertos.
Apesar da distância e da data tardia da publicação da Clepsidra (1920), posterior quer ao surgimento de vários livros de Mário de Sá-Carneiro, quer à publicação da revista Orpheu, o nome do poeta simbolista era bem conhecido nos meios literários de Lisboa, onde os seus poemas circulavam manuscritos desde o início do século XX. Por isso, Fernando Pessoa, que o conheceu pessoalmente numa das passagens de Pessanha pelo país natal, lhe chamou Mestre, comparando-o apenas a Antero de Quental e a Cesário Verde como guias e precursores da geração modernista. Mário de Sá-Carneiro chegou mesmo a considerar, em 1914, respondendo a um inquérito promovido pelo jornal República, que o melhor livro de poesia dos últimos trinta anos, era um livro até então não publicado, aquele que reunisse a poesia de Camilo Pessanha, o "grande ritmista". É esta grande figura da literatura nacional que o Centro de Literatura Portuguesa se propõe celebrar, realizando um congresso internacional dedicado à obra e à vida do Poeta.
As sessões do congresso realizar-se-ão na Faculdade de Letras, e na Faculdade de Direito, que o poeta frequentou durante a sua formação académica. Este congresso integra-se num conjunto de atividades comemorativas promovidas pelo Centro de Literatura Portuguesa (CLP) e pelo Grupo de Arqueologia e Arte do Centro (GAAC), com a colaboração da Pró-Associação 8 de Maio, a que se associam a Câmara Municipal de Coimbra, a Universidade de Coimbra e o Museu Machado de Castro. Participam também da iniciativa bibliotecas de localidades relacionadas com a vida e a obra de Camilo Pessanha (entre as quais as bibliotecas municipais de Coimbra, Tábua e Óbidos) e algumas escolas da região de Coimbra. Durante os dias do congresso, estará patente na Sala do Catálogo da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra (BGUC) uma exposição bibliográfica dedicada ao Autor.
Este Colóquio é acreditado pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua (CCPFC) como Curso de Formação de 14 horas para Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300. O formulário de inscrição está disponível neste link: https://forms.gle/cKijHZ6drrFXTBsr8
(texto retirado do site da FLUC).
Hoje o jornal AS BEIRAS noticia este acontecimento cultural do modo seguinte:
https://www.asbeiras.pt/congresso-em-coimbra-quer-dar-visibilidade-a-obra-de-camilo-pessanha/
sexta-feira, 10 de abril de 2026
REVISTA MUNDA N.º 2, NOVEMBRO 1981 (DIGITALIZADA)
REVISTA MUNDA N.º 2, NOVEMBRO 1981 (DIGITALIZADA)
Revista Munda n.º 2 (Novembro 1981); Propriedade: GAAC – Grupo de Arqueologia e Arte do Centro; Redacção e Administração (Sede Provisória): Instituto de Arqueologia da FLUC, Coimbra; Director: Mário Mendes Nunes; SubDirector: José Manuel Azevedo e Silva; Assistentes de Direcção: José Machado Lopes, Lusitano dos Santos, Mária da Conceição Frois; Secção Gráfica: Maria Clara Portas; Impressão: Oficinas da Tipografia Comercial (Coimbra); Coimbra, 84 p.
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Revista do Grupo de Arqueologia e Arte do Centro, publicada em Novembro de 1981
e agora disponibilizada digitalmente. A revista MUNDA, “vulgo Mondego (assim
era chamado rio na Idade Média) significa etimologicamente a transparência, a
claridade e a pureza das suas águas. O rio é e flui, unindo os contrários, a
serra e o mar, o princípio e o fim, estabelecendo a síntese e o equilíbrio” (in
revista, p. 84). Através da MUNDA, “tribuna privilegiada do GAAC, procuraremos
definir-nos como povo, agente e participe da História” (ibidem). A
digitalização da anterior série da Munda continuará para – como nos é dito – “unir,
compreender, viver” (ibidem).
domingo, 8 de fevereiro de 2026
NOITE AUSPICIOSA
Sob os auspícios de uma noite eleitoral presidencial, o GAAC quer iniciar uma pequena revolução na sua relação com os seus associados e com o público da web: a disponibilização, à cidade e ao mundo, da visão digitalizada da sua revista, fundada há quase 45 anos - a MUNDA - começando pelo princípio, o seu nº 1, publicado em 18 de Maio de 1981.
sábado, 7 de fevereiro de 2026
DA MUNDA N.º1, MAIO 1981
MUNDA é o significante.
MUNDA, vulgo Mondego, (assim era
chamado o rio na Idade Média) significa etimologicamente a transparência, a
claridade e a pureza das suas águas. O rio é e flui, unindo os contrários, a
serra e o mar, o princípio e o fim, estabelecendo a síntese e o equilíbrio.
MUNDA será, para nós, uma forma
de estar no mundo, um meio de relação com a Cultura, com tudo quanto é humano,
simples e grande. Haveremos de prosseguir, atingindo as coisas, atingindo o
Homem, relativizando o universo em que nos movimentamos, tentando unir,
compreender, viver.
Através de MUNDA, tribuna
privilegiada do GAAC, procuraremos definir-nos como povo, agente e partícipe da
História que pretendemos seja cada vez mais pluridisciplina, convergência,
encontro e aposta no futuro.
[in Munda, n.º 1 Maio de 1981]
Grupo de Arqueologia e Arte do Centro
O Grupo de Arqueologia e Arte do Centro (GAAC) foi fundado em 11 de Maio de 1978 e é uma referência cultural para a cidade de Coimbra. Organização Não Governamental (ONG) dedicada à preservação e divulgação do patrimônio arquitetónico e cultural da cidade e da região de Coimbra, publica em Maio de 1981, a revista Munda, tendo saído publicados 52 números, nessa sua primeira série. Ao longo de vinte e seis anos, a revista reuniu centenas de artigos científicos e didáticos sobre Arte, Arqueologia, História e Etnografia.
A sede do GAAC está localizada num espaço de grande importância Histórica - o Pátio do Castilho - recentemente requalificado pela Câmara Municipal de Coimbra através de um protocolo de colaboração.
O GAAC tem por objetivos:






